"Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada." Proverbios 31:30
16 de novembro de 2011
Os altos e baixos da vida
"Não há tristeza que dure para sempre, nem felicidade que nunca se acabe"
Em meio a uma fase ruim, me deparei com uma roda gigante, e pude contemplar a voz do Espírito Santo falando ao meu coração. A nossa vida aqui na terra é cercada de altos e baixos, existem fases onde tudo corre bem, mas existem fases onde parece que a lei de Murphy impera. E a vida vai passando e essas fases vão se alternando entre si.
O grande problema, não é quando as coisas estão bem, mas sim quando a vida parece um caos. Existem aquelas pessoas que quando tudo vai bem, nem se lembram de adorar a Deus, mas quando começa uma fase ruim se lançam aos pés do Senhor. E, ainda existem aquelas que jogam a culpa de todos os seus problemas em Deus.
O cristão, nos dias atuais precisa compreender que os planos de Deus são sempre infinitamente maiores que os seus, e que cada situação em nossas vidas sejam elas boas ou ruins, servem para que Ele possa nos lapidar, pois fomos criados para algo infinitamente maior que essa vida fútil da terra.
Fomos criados para reinar com Ele por toda eternidade!! Aleluia!!
O cristão vive em um mundo que não é o seu lugar, habita um corpo que está arrebentado pelo pecado, caminha entre pessoas que ainda estão na condição de inimigas de Deus e, para piorar as coisas, é alvo constante do príncipe que no momento manipula este mundo: Satanás. Você certamente não poderia esperar que sua vida fosse um mar de rosas em um ambiente tão hostil, não é mesmo?
Se ainda estamos respirando, é porque o propósito do Senhor para as nossas vidas aqui na terra ainda não se cumpriu, então, como filhos legítimos e servos, devemos alinhar nossa vontade com a vontade do Senhor, adorar a Ele em toda e qualquer circunstância e ser guiado pelo Espirito Santo de Deus.
"Certamente que a bondade e misericórdia do Senhor me seguirão por todos os dias de minha vida, e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre. "
Salmos 23:6
Graça e paz a todos
Shirley de Oliveira
29 de setembro de 2011
Amizade Verdadeira

25 de novembro de 2010
Felicidade
18 de novembro de 2010
Purificados

Malaquias 3 . 3
23 de abril de 2010
Santidade

Deus ainda exige santidade para estar na presença D'ele.
Não vou ficar aqui dizendo o que é pecado ou não, pq para mim, pecado é tudo aquilo que afasta o homem de Deus.
A questão hoje é o homem, que dotado de tanta inteligência não consegue entender que o significado de pecado, e classifica somente crimes graves como pecado, se esquecem das pequenas situações do dia a dia, que os afastam totalmente de Deus.
Quando eu falo homem eu me refiro a mim e a vc, pois não sou perfeita pra ficar dando lição de moral, mas expresso aquilo que Deus tem colocado em meu coração.
A realidade que eu estou enxergando hoje é: enquanto um homem assassina outro, um irmão sente inveja pq outro tem o domínio da pregação, enquanto um homem estupra uma criança, uma irmã conta uma mentirinha q não vai fazer mal pra ninguém, um pai espanca seu filho enquanto um irmão esta precisando de uma caneta e já que no seu trabalho tem tantas, pega uma e leva consigo pra casa. Já reparou como começa uma fofoca, alguem erra e as pessoas se incubem de transmitir o ocorrido a quem quer q esteja ao seu redor... E a hipocrisia dos mega espirituais então?? Prefiro nem comentar...
A pergunta que não quer calar: Por quanto tempo mais as pessoas brincarão com Deus, tratando a santidade D'ele e o sangue do filho D'ele como uma coisa comum? Por quanto tempo nós vamos ficar levantando nossas mãos sujas aos céus e falando palavras religiosas vazias? Por quanto tempo mais o homem vai ficar aí, fingindo ser santo e ignorando a realidade da palavra de Deus?
Estamos brincando com Deus, achando que Ele não se importa com o que estamos fazendo em nossos dias antes de estarmos no culto.
E ainda tem gente que se acha no direito de criticar o culto, tenta achar problema nos outros enquanto o problema está com ele mesmo.É o cúmulo sairem dizendo por aí que o culto não tinha unção.
Com pecado na sua vida, não há unção. Sem unção, não há a presença de Deus, pois unção é nada mais do que a presença e poder de Deus manifestos na sua vida.
Hebreus 12:14 – Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.
Lembre-se: "O pecado não é apenas uma ofensa que necessita de perdão...
Jesus já morreu na cruz pelos seus pecados e naquele dia Ele te libertou de tudo aquilo que podia te aprisionar, te defraudar e te afastar de Deus.
Deus não pode fazer por vc aquilo que só vc pode fazer.
Escolha ser diferente, escolha fazer a diferença nessa geração.
Só depende de vc !!!
Shirley de Oliveira
23 de março de 2010
Cultivando a beleza interior

Shirley de Oliveira
15 de março de 2010
Viva...

Shirley de Oliveira
16 de fevereiro de 2010
Jejum
Consagração – O voto do nazireado envolvia a abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm. 6.3,4).
Arrependimento de pecados – Samuel e o povo jejuando em Mispa, como sinal de arrependimento de seus pecados (1Sm. 7.6, Ne. 9.11).
Luto – Davi jejua em expressão de dor pela morte de Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (2Sm. 1.12 e 3.35).
Aflições – Davi jejua em favor da criança que nascera de Bate-Seba, que estava doente, à morte (2Sm. 12.16-23); Josafá apregoou um jejum em todo Judá quando estava sob o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas (2Cr. 20.3).
Buscando proteção – Esdras proclamou jejum junto ao rio Ava, pedindo a proteção e bênção de Deus sobre sua viagem (Ed. 8.21-23); Ester pede que seu povo jejue por ela, para proteção no seu encontro com o rei (Et. 4.16).
Em situações de enfermidade – Davi jejuava e orava por outros que estavam enfermos (Sl. 35.13).
Intercessão – Daniel orando por Jerusalém e seu povo (Dn. 9.3, 10.2,3)
b) Nos Evangelhos
Preparação para a batalha espiritual – Jesus mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, que trazem um maior revestimento de autoridade (Mt. 17.21).
Estar com o Senhor – Ana não saía do templo, orando e jejuando freqüentemente (Lc. 2.37).
Preparar-se para o ministério – Jesus só começou seu ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum (prolongado) no deserto (Lc. 4.1,2).
c) Em Atos dos Apóstolos vemos a Igreja praticando o jejum em diversas situações, tais como:
Ministrar ao Senhor – Os líderes da igreja em Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At.13:2).
Enviar ministérios – Na hora de impor as mãos e enviar ministérios comissionados (At. 13.3).
Estabelecer presbíteros – Além de impor as mãos com jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de governo na igreja local, o que revela que o jejum era um princípio praticado nas ordenações de ministros (At. 14.23).
d) Nas Epístolas só encontramos menções de Paulo ter jejuado (2Co. 6.3-5; 11.23-27).
Diferentes formas de jejum
Há diferentes formas de jejuar. As que encontramos na Bíblia são:
a) Jejum PARCIAL. Normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo). Lemos sobre esta forma de jejum no livro de Daniel: “Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que se passaram as três semanas.” (Dn. 10.2,3.)
O profeta Daniel diz exatamente o que ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável. Provavelmente se restringiu a uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao certo. O fato é que se absteve de alimentos, porém não totalmente. E embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se a ela por três semanas. Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn. 9.3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum. Ao fim deste período, um anjo do Senhor veio a ele e lhe trouxe uma revelação tremenda. Declarou-lhe que desde o primeiro dia de oração o profeta já fora ouvido (v.12), mas que uma batalha estava sendo travada no reino espiritual (v.13) o que ocorreria ainda no regresso daquele anjo (v.20). Aqui aprendemos também sobre o poder que o jejum tem nos momentos de guerra espiritual.
b) Jejum NORMAL. É a abstinência de alimentos, mas com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto. Cresci ouvindo sobre a necessidade de se jejuar bebendo água; meu pai dizia que no relato do Evangelho não há menção de Cristo ter ficado sem beber ou ter tido sede (e ele estava num deserto!): “Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome.” (Mt. 4.2.)
Denominamos esta forma de jejum como normal, pois entendemos ser esta a prática mais propícia nos jejuns regulares (como o de um dia).
c) Jejum TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de água. Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo três dias. A água não é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas não se acumulem no organismo. Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um no Velho outro no Novo Testamento: Ester, num momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte por um decreto do rei, pede a seu tio Mardoqueu que jejuem por ela: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci.” (Et. 4.16). Paulo, na sua conversão também usou esta forma de jejum, devido ao impacto da revelação que recebera: “Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu.” (At. 9.9.)
3 dias – O jejum de Ester (Et. 4.16) e o de Paulo (At. 9.9).
7 dias – Jejum por luto pela morte de Saul (1Sm. 31.13).
14 dias – Jejum involuntário de Paulo e os que com ele estavam no navio (At. 27.33).
21 dias – O jejum de Daniel em favor de Jerusalém (Dn. 10.3).
40 dias – O jejum do Senhor Jesus no deserto (Lc. 4.1,2).
2 de dezembro de 2009
Orando ao Senhor.....

Você ora esperando por um determinado resultado, contudo, todos os tipos de mudança começam a acontecer dentro de você quando está tendo uma conversa com o Senhor.
Você se interessa em se comunicar com Ele. Torna-se alguem que pede, que busca e que bate a porta. Você não está pedindo nada a si, mas a Ele. Não está a procura de grandes fortunas, mas está buscando Aquele que nos ama. Não está batendo na porta da oportunidade, mas ganhando entrada no coração do Pai.
Quando receber resposta, pode ser que ela não seja exatamente como você pediu, mas infinitamente melhor. Você gostaria de receber uma bela casa, porém ganha satisfação na casa onde você mora. Gostaria muito de ter uma nova amiga, mas aprende um pouco mais a respeito de ser amiga de Deus. Pede para entrar pelas portas das grandes realizações, mas, enquanto ora, seus alvos mudam em direção ao propósito de Deus para sua vida.
Frequentemente pedimos a Deus que torne nossa vida mais fácil, oramos para bençãos financeiras e para cura, fazemos tantas orações em torno de nós mesmos, que nos decepcionamos quando Deus nos diz não. O que precisamos tambem entender, é que as vezes, o não de Deus quer dizer sim para algo infinitamente maior conforme o plano dele.
Amados, nós precisamos verdadeiramente invocar ao Senhor, e o nosso clamor para Ele deve ser para que Ele coloque os sonhos e planos Dele em nossos corações, para que passamos então a orar e interceder para a vontade do Senhor para nossas vidas, tendo em mente a realidade de que Dele e por Ele e para Ele são todas as coisas.
Graça e paz a todos!!!!
4 de novembro de 2009
Sendo luz em meio as trevas

27 de outubro de 2009
Liberdade em Jesus Cristo

A maior alegria que se pode ter neste mundo é ficar livre do poder do pecado. De fato, não existe qualquer paz duradoura, nem satisfação completa, enquanto nossa vida carnal está ligada ao pecado e à culpa. A natureza do pecado é destruidora da paz, consumidora do corpo e perturbadora da mente. Em qualquer instância, a natureza e ação do pecado significam a morte agindo em nosso corpo mortal. O pecado não deixa vida alguma sem mancha e nenhum cativo sem a sua marca. Seu companheiro é o inferno e sua assistente é a miséria. A maior necessidade de um crente é ter nojo do pecado, tanto nojo, ao ponto dele clamar a Deus por purificação e limpeza [a qual ele só pode conseguir, confessando os seus pecados (1 João 1:9) e crendo na promessa da 1 João 1:7].
Em Jesus há libertação do pecado e de todos os seus poderes destruidores. Não é a nossa carne que vence, mas Sua graça abundante. Leiam, cuidadosamente:
“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; e assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal” (2 Coríntios 4:7, 10-11).
Agora, proclame: SOU LIVRE! (Gálatas 5:1-a).
Graça e paz a todos!!!!

