
A maior alegria que se pode ter neste mundo é ficar livre do poder do pecado. De fato, não existe qualquer paz duradoura, nem satisfação completa, enquanto nossa vida carnal está ligada ao pecado e à culpa. A natureza do pecado é destruidora da paz, consumidora do corpo e perturbadora da mente. Em qualquer instância, a natureza e ação do pecado significam a morte agindo em nosso corpo mortal. O pecado não deixa vida alguma sem mancha e nenhum cativo sem a sua marca. Seu companheiro é o inferno e sua assistente é a miséria. A maior necessidade de um crente é ter nojo do pecado, tanto nojo, ao ponto dele clamar a Deus por purificação e limpeza [a qual ele só pode conseguir, confessando os seus pecados (1 João 1:9) e crendo na promessa da 1 João 1:7].
Em Jesus há libertação do pecado e de todos os seus poderes destruidores. Não é a nossa carne que vence, mas Sua graça abundante. Leiam, cuidadosamente:
“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; e assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal” (2 Coríntios 4:7, 10-11).
Agora, proclame: SOU LIVRE! (Gálatas 5:1-a).
Graça e paz a todos!!!!